Como Planejar,  Como Criar, Como Desenvolver, Como Montar uma Loja Virtual ou e-Commerce, Comércio Eletrônico, mercado eletrônico, b2c, b2b e similares?

Tipos de Plataforma

Obs. É um texto longo, que reúne 17 anos de experiência e pode ajudar muito na sua escolha, vale a pena se dedicar a lê-lo inteiro, assim como os links recomendados.

A escolha da plataforma ideal começa com a delimitação dos objetivos da sua empresa, do público-alvo desejado, do investimento inicial e mensal que pode e deseja fazer e do retorno esperado.

Essas premissas serão as principais referências para começar a atuar virtualmente, ou rever suas escolhas anteriores, mas que pode não saber por onde começar e menos ainda com entrar ou rever sua posição neste ambiente do comércio eletrônico quer seja no varejo, atacado ou outras formas de comercialização.

É muito importante saber o quanto pretende investir, quanto está disposto a pagar de mensalidades fixas e obrigatórias (se aplicáveis, como aluguel, etc) na linha do tempo, retorno esperado do investimento e outras variáveis que procuraremos abordar a seguir, se quer ter uma plataforma própria, que tipo de divulgação fará e outros aspectos.

Antes de começar é bom mencionar dois termos bem conhecidos e divulgados:

 

Front-end

O  Front-End  é a interface da loja com o usuário, é a área pública, é o que internauta vê livremente na internet. Se for para uma loja física, real, é como se fosse tudo o que você enxerga e que pode escolher na loja como cliente, os produtos, os menus, a disposição de todos os detalhes, as cores dos botões, a navegação entre as seções e páginas, o carrinho de compras, como fazer o pagamento, opção de frete, cadastro, enfim, o conjunto de passos e visualização que leva o internauta até a finalização do pedido..

O papel do front-end, é dar ao internauta a melhor experiência de compra, de forma harmônica, criativa, moderna e inovadora. Fazer o internauta se sentir bem no ambiente da sua loja virtual.

Back-end

Também chamado de “ADMIN”, Painel Administrativo, o back-end, é todo o resto da loja que usado pelos que operam a loja, mas no caso do e-commerce só é visto por quem de fato administra ou participa da administração do negócio.  Nele está a parte de produtos e serviços, formas de cadastramento dos itens, imagens, detalhes, SKU´s como um todo, os relatórios todos incluindo: posição de estoque pedidos, pagamentos, fluxos financeiro, etc. A gestão da loja virtual é feita via Back-End, Painel Administrativo,  ou ADMIN, e claro, também deve ter boa usabilidade para facilitar o dia o dia de quem trabalha com ele, ser um facilitador de decisões apresentando as opções e a forma de interação de forma amigável.

Esse é, assim, o ambiente administrativo da loja, que deve facilitar a gestão do e-commerce, com praticidade e simplicidade.

Existem alguns tipos de soluções e plataformas de e-commerce:

Uma comparação clara das funcionalidades das opções que está considerando e do que realmente vai usar tanto no Front-End (Área Pública) e o Back-End (ADMIN, como integrações e tipos de relatórios são de suma importância. Alguns exemplos e questionamentos iniciais;

 

-Quais os tipos de relatórios gerencias que a plataforma oferece? São customizáveis? Podem ser solicitados novos de acordo com a necessidade?

-A plataforma suporta ou tem formas de integração com ERP´s (Ssitemas de Gestão), Sistemas de Logística, Gateways de Pagamento ou meios de pagamentos diversos? Destacamos que algumas operações podem começar sem uma ou mais destas integrações e aos poucos, de acordo com a necessidade, vai se incorporando.

- A plataforma tem fácil integração com Market Places?

-A plataforma oferece estrutura e recursos para a implantação de SEO, que é a busca orgânica?

-A plataforma permite integração ao Google Analytics e similares?

-Existem opções de integração com programas de links patrocinados (SEM), como AdWords (Anúncios Google) Facebook Ads e outros?

-Quais os recursos relativos a segurança das transações (SSL, sistemas antifraude) disponíveis?

-Existe integração com mídias sociais?

- O Front-End ou área pública é responsiva? Ou seja, se adapta a qualquer dispositivo móvel?

- A plataforma contém a funcionalidade de ser multiloja? Ou seja, pode ter URL´s (endereços web diferentes) com o mesmo sistema Back-End ou até mesmoo Back-End poder ser replicado?

- A plataforma, além de B2C, pode ser B2B contemplando diversas regras de negócio integradas com diferentes tabelas de preço? Ou outros tipos de comercailização?

- Gera cupons de desconto?

- Quais são as possibilidades de customização e alteração do layout (front-end)?

- Quais são os recursos de segurança disponíveis?

- O Back-End (ADMIN) ou Painel Administrativo é amigável?

- A plataforma pode ser multilíngue?

- A plataforma pode ser adaptada ou já tem recursos para vender para outros países?

- Outras opções que são relevantes para o seu negócio.

Agora sim os tipos de plataforma de comércio eletrônico:

Open Source, ou seja, de código aberto e gratuito, ou que tenham algum custo de customização, alguns de baixo valor, outras bem mais altas. No geral, tem baixo custo de investimento inicial. Mas existem riscos, e o principal é que não há certeza da evolução do código e de como e com qual frequência, serão feitas as aplicações de melhorias, já que a plataforma depende da dedicação da comunidade de desenvolvedores que são defensores do código aberto. As customizações também podem ser mais limitadas, mesmo que sejam feitas por empresas específicas sem esperar o avanço da plataforma pela comunidade. Como ponto positivo também existe a constante liberação de extensões e plug-ins para integrações diversas. É uma opção para quem quer experimentar o comércio eletrônico sem grandes investimentos, porém já sabendo que encontrará algumas ou limitações mais sérias a partir de um determinado ponto de sucesso do negócio, ou seja, a escalabilidade é ruim, além das limitações criativas da área pública, que é o que internauta interessado nos seus produtos e serviços enxerga na internet. Algumas referêncais : Opencart, Magento, Woo Comerce (Wors Press) e outros.

– Código fonte aberto e gratuíto, o que permite adaptações profundas, dependendo do modelo de contratação que usou para contratar ou não uma empresa para auxiliar com a implantação. O que pode aumentar o valor de investimento inicial. Recomenda-se profunda análise da proposta de trabalho de quem vai auxiliá-lo, o que é prudente para qualquer tipo de contratação, sempre.

– Requer download, instalação e adaptação do código, e para isto pode depender de uma pessoa ou empresa especializada. Este é um aspecto a ser bem observado para não ter o velho o problema do “barato sair caro”, ao contratar alguém que não tenha a correta especialização para o projeto, e nem que não tenha condições de dar o suporte necessário durante e após a implantação, se necessário.

– Equipe de TI para implantação e suporte pode custar muito caro dependendo do tipo de implantação pretendido. Mas para as soluções simples e mais usuais, costuma ser bem vantajoso.

– Poder de personalização depende do conhecimento da plataforma.

– Alto poder de integração de extensões com plugin´s, API´s, etc.

– Alta disponibilidade de extensões criadas por fornecedores parceiros

– Integração com CRM, ERP, WMS e outras plataformas via API´s.

– Implementação relativamente rápida, se não quiser fazer grandes adaptações e customizações.

– Liberdade para escolher onde quer fazer a hospedagem, podendo contratar alguém ou uma empresa para auxiliá-lo ou não.

– Requer equipe profissional para realização de intervenções mais complexas.

– A escalabilidade e a segurança normalmente são críticas se não forem acompanhados por profissionais experientes.

 

Plataformas Alugadas ou por Licenciamento. Existem inúmeras opções no mercado com modelos de cobrança bem diversificados como por : pageviews (número de paginas vistas), volume/quantidade de pedidos, percentual de faturamento e outros. No geral elas tem a mesma limitação de customizações das open sources, porém, mais ainda, pois o código-fonte é fechado e fica sob o controle da empresa que aluga a plataforma, inibindo desta forma as customizações tecnológicas da plataforma em si por sua livre e espontânea iniciativa e necessidade. Normalmente os avanços tecnológicos são realizados em novas versões, sem tempo pré-definido. Existem exceções onde a empresa proprietária do código-fonte da plataforma faz concessões de customização para clientes específicos, e na maioria das vezes precisa ser feito pela própria empresa proprietária, e aí o valor do investimento pode ser proibitivo e até mesmo, demorado. A liberação de plug-ins para integrações diversas depende do controle da empresa proprietária da plataforma, normalmente feito em pacotes ao mesmo tempo. Também é uma boa opção para quem quer começar com pouco investimento na plataforma e os valores fixos e obrigatórios mensais não inviabilizem o fluxo financeiro do negócio em si. A escalabilidade depende muito da empresa proprietária e existe boa limitação criativa para as áreas públicas do visual do e-commerce.

Alguns aspectos presentes com grande frequência nas plataformas alugadas ou de licenciamento.

– Aluguel com pagamento mensal.

– O aluguel mensal, normalmente é comercializado em planos ou pacotes, sendo que o preço de cada pacote pode variar conforme o faturamento, número de visitas, quantidade de produtos e outras variáveis possíveis da loja virtual. É aconselhável fazer um cálculo mínimo procurando estimar os primeiros 24 meses mediante o faturamento esperado para não ter surpresas. É um modelo bem recomendado para faturamentos menores ou que o custo fixo gerado pelo aluguel da plataforma não impacte o resultado operacional do negócio em si.

– Baixo custo de implementação inicial.

– Baixo poder de personalização e de criação.

– A proprietária da plataforma oferece suporte dependendo do plano que contratou.

– Implementação é relativamente rápida e tem baixa dependência da equipes da sua empresa como Marketing,  de Tecnologia da Informação (TI) da sua empresa

– Administração e intervenções simples podem ser feitas pelo administrador da loja virtual.

– A hospedagem, normalmente, é definida pela desenvolvedora da plataforma, já dentro do pacote de serviços selecionado.

- Como já dito antes, a escalabilidade é ruim.

Dentro de uma variação de plataformas “alugadas” ou que o contratante não tem controle sobre o código-fonte, existem grandes plataformas conhecidas globalmente usadas por lojas virtuais de altíssimo faturamento, normalmente posicionadas como líderes nos mercados dos seus países ou até mesmo mundiais. Este tipo de plataforma exige elevadíssimo investimento, e às vezes, por definição da Corporação da Contratante também são usadas como opção ao modelo seguinte que iremos apresentar que são as plataformas próprias.

Plataformas próprias. São plataformas onde a empresa contratante e usuária final contrata uma empresa especializada em criação e desenvolvimento de plataformas de comércio eletrônico e/ou outras empresas parceiras e também pode fazer tal desenvolvimento total ou parcial com equipes internas. Existe a opção da empresa contratante fazer o desenvolvimento com uma equipe interna própria ou alocada, porém é menos usual quando já não se tem esta equipe dimensionada e como parte integrante das atividades já existentes na empresa.

Para este modelo normalmente se tem um valor de investimento inicial maior, mas com valores obrigatórios mensais praticamente inexistentes ou até mesmo inexistentes, como é a maior incidência de casos, reduzindo assim os custos mensais frequentes descartados alugueis e taxas obrigatórias que permeiam o modelo das plataformas alugadas e às vezes as de open source.

Ao fazer esta opção pela plataforma própria ou não, é comum que as empresas avaliem o grau de investimento ao longo de pelo menos 24 meses, para ver quanto seria o investimento total versus limitação de escalabilidade versus grau de dependência de uma open source ou alugada para optar pela plataforma própria ou pelos modelos anteriores. É comum, no resultado desta análise, pelo faturamento esperado, se optar por uma plataforma própria que tem total liberdade de escalabilidade.  A liberação e desenvolvimento de plug-ins e web services para integrações diversas depende exclusivamente da vontade e disponibilidade de investimento da empresa contratante, você, que dará a velocidade de acordo com o conjunto de opções que tem.

– Não há pagamento de aluguel ou taxas obrigatórias.

- Total controle do código-fonte, hospedagem, melhorias, integrações, etc. Podendo continuar ou não com a empresa desenvolvedora ou outra, de acordo com sua necessidade para implantações e inovações futuras.

– O custo de implementação inicial é de médio para alto. Porém se comparado ao faturamento esperado, pode ser rapidamente amortizado na linha do tempo, deixando de ter pagamentos fixos desnecessários.

– Livre poder de personalização, de criação e de escalabilidade.

– É opcional a contratação da empresa desenvolvedora ou outra, por fee mensal, banco de horas, por job ou outras modalidades A proprietária da plataforma oferece suporte dependendo do plano que contratou, além do prazo de garantia da legislação.

– Implementação da solução depende da interação das suas equipes de Marketing, de Tecnologia da Informação (TI) e outros para aprovações e da capacidade de investimento da sua empresa além do tamanho do projeto em si. Difícil comparar tempo de implantação dos dois modelos anteriores com este, pois na maioria dos casos, o escopo desta solução é mais abrangente e personalizado, podendo  ter um prazo de entrega de 60 (sessenta) dias para mais do que as anteriores, dependendo do conjunto necessário, como também pode ser implantada em etapas, reduzindo o prazo de implantação.

– Administração e intervenções simples podem ser feitas pelo administrador da loja virtual.

– A hospedagem, via de regra, é estabelecida pela sua própria empresa, com assessoria ou não de uma empresa contratada.

Este último modelo, plataformas próprias, e as plataformas globais concentram, no Brasil, o maior volume de faturamento de lojas virtuais. Em contra partida, os dois primeiros modelos concentram o maior volume de lojas instaladas, e são bem concentradas para operações menores de comércio eletrônico, havendo algumas exceções.

É muito importante, na análise, conhecer também os cases de sucesso da empresa que está pretendendo contratar, dentro das opções de plataforma que oferecem.

Os aspectos contratuais presentes nesta relação são imprescindíveis de uma boa análise para que não haja surpresa na forma de remuneração, direitos e obrigações de cada um, cláusulas claras sobre eventual rescisão como detalhamento claro dos direitos de cada um, e sobretudo, não assinar contratos que todos os direitos ficam com o fornecedores e as obrigações com você que contrata. A própria forma e contratação da hospedagem da plataforma também deverá ser definida na escolha da plataforma, que pode contar com modelos onde a empresa fornecedora tem total controle da hospedagem, modelos mistos entre a empresa fornecedora da plataforma, a empresa de hospedagem (hosting) e a empresa contratante (você) e a total de liberdade da empresa contratante fazer a hospedagem onde bem entende e ter total controle da situação com assessoria ou não de uma empresa terceira, que pode ser também uma agencia ou produtora digital.

É bom ter bem claro que uma loja virtual pode crescer ilimitadamente, independente de tempo e espaço, pois não há limites geográficos para as vendas, podendo atingir exportações, inclusive. Por isso deve-se contratar uma plataforma que atenda as necessidades da empresa hoje, mas que também sejam suficientes por alguns anos, visto que  toda troca de plataforma pode e customa ser demasiadamente  traumática tanto para os seus clientes e fornecedores como para quem opera a loja virtual. Todos estes custos, como já dito anteriormente precisam ser bem equacionados desde o início.

A opção de uma plataforma de comércio eletrônico é essencial já no começo para minimizar problemas futuros de possíveis migrações e com isto, na opção, não se pode ficar sem opção de saída, tanto seja para um plataforma com custo mais alto como o contrário, o contratante tem que ter o máximo controle possível da situação com cláusulas contratuais bem claras, evitando multas absurdas além de perda de todo o banco de dados, aprendizado e outros.

Uma comparação clara das funcionalidades das opções que está considerando e do que realmente vai usar tanto no Front-End (Área Pública) e o Back-End (ADMIN, como integrações e tipos de relatórios são de suma importância.

Além da tecnologia desenvolvida de código aberto (open source), plataforma alugada, ou proprietária (própria), é natural que além do time interno que possa ter ou vá ter, pode ser necessária a contratação de uma agência ou produtora digital que vai ajudá-lo a manter a plataforma e as estratégias em geral, incluindo a hospedagem da plataforma, se concentrará isto em uma única empresa ou várias por conta do modelo de negócio e necessidades reais versus investimento versus expertise de cada um. Novamente é um momento que exige total dedicação para escolher da melhor forma onde é importantíssimo analisar os clientes e histórico, com visita presencial, se possível nas agências ou produtoras digitais que estão entre as opções que tem para ser seu futuro parceiro. Existem agencias completas que cobrem on e off line, apenas on (digital) mas todas as frentes, algumas que trabalham por tipos de serviço sendo especializadas neste ou naquele tipo de serviço.

Breve sugestão de check-list para selecionar o fornecedor da plataforma de e-commerce e afins.

 – Avalie o famoso “Meu Amigo, ou meu primo ou meu sobrinho faz um tem um amigo que faz Site”

– Se você deseja ter bons resultados com sua loja virtual, escolha sempre bons profissionais ou  empresas especializadas naquele segmento.

– Projetos em geral, são bem sucedidos e apresentam resultados satisfatórios quando a sinergia entre você/sua equipe  que contratou com a equipe de desenvolvimento, seu gerente de projetos ou atendimendo. É recomendável ter participação ativa dentro dos seus limites com quem representa a equipe que contratou, que pode ser composta de criativos, estruturadores, desenvolvedores, testers, líder do projeto e outros  para que o projeto atinja o que você espera, ou até mesmo te surpreenda.

- Dependendo do tipo de empresa que vá contratar, normalmente dentro do leque das que tem dezenas e dezenas de clientes que pagam mensalidade, entre no Reclame Aqui e similares para avaliar as reclamações a respeito daquela empresa. Recomendamos que esta análise seja feita de forma completa, além do número de reclamações, como foram tratadas estas reclamações, etc.

– Ter referências checadas dos projetos desenvolvidos e clientes da empresa fornecedora. De preferência pelo menos uma visita presencial na empresa.

- Avalie a opção de atendimento remoto à distância, pois pode estar em outra cidade, outro estado ou até mesmo outro país.

- Deixe bem definida a linguagem de programação e o banco de dados que será utilizado e procure entender os motivos e se são usuais no mercado para facilitar manutenções e upgrades futuros.

– Entenda de quem é a propriedade do código-fonte e do banco de dados, e se isto está bem claro no contrato. responsabilidades, garantias, propriedades, como se dará a relação e o uso se houver uma rescisão contratual. Infelizmente existem alguns profissionais e empresas que não deixam isto bem claro para criar uma relação de dependência.

- Ter bem definido e claro o cronograma completo de implantação assim como de pagamentos. Cuidado para não pagar adiantado, mesmo que considere o valor baixo.

 - Tempo de existência da empresa e quantidade de cases de sucesso, não necessariamente no seu setor, pois

existem alguns casos que nem é bom que tenha alguma empresa do mesmo segmento que você.

- Se o fornecedor oferece opções de expansão para a plataforma.

- Avaliação do atendimento e suporte pós-entrega, pois pode acontecer da plataforma ter algum tipo de problema ou bug  e, assim, precisará de correções e manutenções.

- Se a plataforma de comércio eletrônico acompanhará o crescimento do seu negócio. E se possível, saber quanto isto custará.

- É possível a migração para outras plataformas? O que você tem direito de levar se acabar a relação comercial?

- Elaborar uma planilha comparativa com todos estes ítens, mais as funcionalidades que de fato espera da

plataforma versus o que é oferecido, valor de investimento inicial para a plataforma, custo mensal da plataforma, custo de set up e mensal de hospedagem e procure estimar seu faturamento em até 24 meses, em até 36 meses e se possível em até 60 meses, para avaliar a condição real de lucro e de retorno.

Assim poderá tomar uma decisão mais adequada pela plataforma, pois todos os outros custos de divulgação e outros investimentos que podem ficar independentes da opção pela plataforma.

Neste universo existe a possibilidade de atender as empresas de todos os portes e segmentos, independente de ser pequena, média ou grande empresa, grande grupo ou grande corporação.

Relembrando que existem verdadeiros gigantes no comércio eletrônico que não existem no mundo físico ou até existem, porém com operações modestas assim como o contrário, então o porte de empresa no mundo digital pode não ser a mesma que estamos habituados no mundo dos negócios com presença física das operações tracionais de atacado, varejo e outras formas de distribuição e comercialização.

Neste segmento e tendo contato com desenvolvimentos e uso dos diferentes modelos, é certo afirmar que a melhor opção é aquela que te atende após passar para uma profunda análise, de no mínimo, dos itens apresentados neste tópico.

 

É muito importante, na análise, conhecer também os cases de sucesso da empresa que está pretendendo contratar, dentro das opções de plataforma que oferecem.

A Agencia VM2 tem mais de 300 projetos de plataformas próprias desenvolvidas dentro dos mais de 3.000 projeto que entregamos em mais de 17 anos.

Um planejamento completo de um e-commerce deve contemplar todas as áreas da figura destacada.

Comercio eletronico VM2

Planejar uma loja virtual, é praticamente a mesma coisa que planejar uma loja física. A principal diferença é o meio de acesso aos produtos/serviços que estão à venda.

Por este motivo, se o empreendedor já possui loja física e pretende entrar no comércio eletrônico, o processo de planejamento é muito mais fácil do que para uma marca inexistente, que deseja iniciar suas operações essencialmente online. Na maioria das vezes, uma marca já estabelecida  possui um plano de negócios e é necessário somente revisá-lo, considerando o estudo mais aprofundado nas variáveis do mundo digital. Estas variáveis estão destacadas em azul no Roteiro para um bom Planejamento Digital. Estes, são itens com comportamento muito diferenciado no âmbito digital em relação aos negócios tradicionais.

Conforme demonstra a figura acima, o Planejamento inclui além da execução do Plano de Negócios, o pré-projeto, um diagnóstico de mercado, análise de equipe e estrutura e da estrutura de compra e vendas do negócio.Para e laborar um planejamento estratégico digital, como o objetivo de estudar as oportunidades do negócio e viabilidade do mesmo, sugerimos o roteiro abaixo:

  • Faça uma análise do mercado de atuação:

o Quais são as tendências;

o Quem são os concorrentes e similares, como atuam e se posicionam;

o Que fornecedores estão disponíveis e como trabalham;

o Como trabalhar com o seu público-alvo, quais as necessidades e formas de atendê-los;

 

  • Considere a análise  ambiental interna e externa da empresa:

o Avalie e comportamento do cenário setorial (dólar, crédito, políticas, tributos);

o Faça uma previsão de oportunidades e ameaças;

o Entenda as potencialidade e fragilidades dos produtos a serem vendidos;

o Qual é a equipe disponível e necessária (atendimento, marketing, financeiro, etc.)

o Analise bem a plataforma de operação (modelo, tecnologia, escalabilidades, etc.)

  • Estabeleça a formulação estratégica do negócio:

o Defina suas estratégias de crescimento;

o Estabeleça estratégias para competir no mercado;

o Faça um plano de comunicação e marketing;

 

  • Estude a viabilidade financeira:

o Disponibilidade de Capital de Giro e capacidade de investimento;

o Retorno sobre os investimentos (ROI)

Política de Preços

Cada e-commerce deve estudar sua política de preços. Alguns indicadores apresentam valores de 10 a 30% mais baratos para lojas virtuais, isso vem dos redução de custos quando comparados aos de uma loja física. Porém, o maior desafio não está nas diferenças entre a loja real e virtual e sim nos canais de vendas, como multimarcas, revendas, etc.

É muito importante analisar a política de valores antes de lançar seu e-commerce no mercado. Valores muito baixos podem diminuir compras físicas, valores muito altos podem deixar de ser atrativos na compra on-line. O ideal é balancear o desconto justo para motivar a compra on-line.

Controle de Estoque

Fala exatamente da entrada e saída dos produtos tanto no estoque quanto no gerenciamento da informação no site. Para que o e-commerce funcione bem, alguém precisa se responsabilizar por:

 -       Gerenciamento do produto na loja e controle de estoque. Alguém precisa checar constantemente se acabou ou não o produto em estoque e, em caso de perecíveis, checar prazos de validade.

-       Exclusão de itens -  no caso de término do produto, é necessário excluir do e-commerce.

-       Expiração de direitos de imagens e vídeos publicados também devem ser observados;

-       Verificação de funcionalidades são fundamentais, ou seja, checar se todas as fotos estão abrindo, se os links da parte de compra estão funcionando bem, etc.;

-       Finalização de promoções precisam ser monitoradas. Se os produtos em promoção possuem data de término  precisam sair da promoção na data e se o preço retorna ao normal depois da data também deve ser alterado;

-       Mudança de valores, se o preço subiu alguém precisa atualizar o site;

 

Email Marketing

O Email Marketing é considerado uma das formas mais importantes de marketing direto na internet. Seu objetivo é divulgar uma marca, produto, serviço ou informações de relevância a um público. Tendo em vista que enviar e receber emails são as atividades mais desempenhadas pelos os internautas, essa é uma das ferramentas mais eficientes para se relacionar com os clientes.

 No entanto, antes de fazer o Email Marketing, é fundamental conhecer as regras do mercado, que podem ser consultadas na Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) e no C@pem. Por exemplo, se um Email Marketing usar a palavra "Promoção Relâmpago" ou "Imperdível", isso fará com que o mesmo seja identificado como spam.  Neste caso, todo o investimento será desperdiçado já que o Email Marketing antes de chegar à caixa do cliente passa por três anti-spams: o do provedor, o do cliente de email (Outlook, Lotus Notes, etc.) e o próprio anti-spam dos softwares de segurança.

O Email Marketing, ao contrário dos spams -  mensagens enviadas em massa sem o consentimento dos clientes - exigem o “opt-in” (cadastro prévio) e o “opt-out” (opção de descadastro) e, novamente as regras devem ser consultadas.

  As vantagens dessa ferramenta são:

  • Agilidade: com as ferramentas certas para disparo dos emails, é possível em questão de minutos enviar todas as mensagens. Em um email bem otimizado, a resposta esperada do cliente é imediata;
  • Mensurabilidade: as ferramentas especializadas no envio de Email Marketing oferecem um relatório indicando os fatores mais importantes e outros detalhes relevantes, como a taxa de abertura, taxa de cliques, conversão, quantos não querem mais receber as mensagens, entre muitas outras informações;
  • Segmentação: é possível direcionar as mensagens a grupos divididos por sexo, idade, faixa etária, etc.;
  • Interatividade: o cliente pode realizar diversas ações, como clicar no link, responder à mensagem, visitar a página da empresa ou, até mesmo, optar por ser desvinculado da lista de envio;
  • Resposta: o retorno de campanhas de Email Marketing bem realizados possuem o índice muito alto, pois o custo de criação e envio é relativamente baixo para o número de clientes que terão acesso.

O Email Marketing pode ser usado para anunciar produtos ou serviços, no intuito de vender algo diretamente ao consumidor, mas também é utilizado para envio de informativos, periódicos, notícias, artigos e comunicados internos. Na organização de eventos, por exemplo, o marketing por email pode ser aplicado para a distribuição de convites, confirmação de presença e agradecimento de participação.

Promoções

Promoção é um meio de publicidade em sua loja que tem por propósito atrair ou estimular a compra de um produto. Para aumentar o nível de vendas, a promoção deve proporcionar ao consumidor um benefício concreto, sensibilizando-o naquele momento. Uma campanha promocional não deve durar muito tempo.

O primeiro passo é a determinação dos alvos a serem atingidos através da promoção. Estes alvos podem ser estabelecidos em relação ao público, produtos, volumes, região geográfica abrangida (bairro, cidade, região) etc. Por exemplo, a promoção poderá ser feita para incentivar a venda de determinado tipo de produto, ou ser direcionada para determinado perfil de clientes ou região.

Uma promoção deve ser a mais simples e clara possível, evitando formatos complicados que exijam interação do cliente com várias áreas da empresa ou com terceiros.

Uma série de fatores internos e externos determina o sucesso ou o fracasso de uma ação promocional. Os fatores externos, como por exemplo, a resposta da concorrência ou fortes mudanças na economia local ou do país, muitas vezes estão fora do controle da empresa. Assim, devemos concentrar esforços no que podemos atuar.

Redes Sociais e Geração de Conteúdo

Como sua empresa pode interagir nas redes sociais?

A Agência VM2 trabalha com estratégias de Redes Sociais, desde 2006, quando iniciamos diversas ações e estratégias para a Samsung no Orkut, fazendo a gestão de redes sociais que estavam se inicando, de lá para cá muita coisa mudou, muda e mudará, o acompanhamento destas mudanças é imperativo com as devidas ações para absorvê-las, implantá-las e sempre que possível, melhorá-las, treinando e capacitando com grande frequçência nossas equipes internas, investindo em tecnologia de ponta e o que mais for necessário para oferecer o que há de melhor em cada momento.

Atuamos como Agencia de Rede Social, gerando conteúdo, monitorando, interagindo, gerando relatórios para a rede social que sua empresa participa ou de todas elas, ou que está prestes a participar. Pode ser também chamada de agência de conteúdo, porém dentro do contexto de agencia completa que de fato é.

87% dos internautas brasileiros possuem cadastro em algum tipo de rede social. Além disso, pesquisas indicam a alta confiabilidade das informações obtidas nessas redes por serem formadas com base em contatos selecionados.

Para esta ação autando como agência de mídia sociais.

Pare e pense

•  Como entro?

•  De que forma?

•  O que devo fazer?

•  Quais os resultados esperados?

Toda uma estratégia e ação de presenças nas Redes Sociais, onde se incluem blogs e similares, é muito importante.

Mensuração

 A mensuração é essencial para medir os resultados obtidos, a eficiência dos gastos em marketing comparados às vendas geradas. Nos últimos anos a mensuração tem sido facilitada graças à tecnologia da web, mas ao mesmo tempo tornou-se uma tarefa sofisticada. Existem algumas ferramentas que podem nos ajudar e facilitar o trabalho de mensuração:

  • Ferramentas Quantitativas - A mensuração de dados quantitativos no marketing é semelhante a outras medidas adotadas. Apresento a seguir algumas das ferramentas grátis mais populares para mensuração de métricas:
  • Web Analytics- GoogleAnalytics - Uma forma de se utilizar as métricas analíticas do marketing nas mídias sociais é verificar quais são as fontes de tráfego para o seu website. Se as mídias em que você investiu estão gerando tráfego para seu website, esta é uma indicação de resultados do efeito das mídias na sua estratégia de marketing. Também é possível identificar em relação a cada uma dessas fontes, dados complementares, tais como: tempo gasto no site, número de páginas visitadas, downloads efetuados, cadastros efetuados, demonstrações efetuadas, testes efetuados, número e valor de vendas geradas. Algumas vezes você vai identificar links externos de tráfego que você não atuou diretamente, mas que são frequentados por membros de uma comunidade em que você atuou, e eles postaram algum comentário sobre sua empresa.
  • ROI  - Return on Investiment ou Retorno sobre o Investimento é a ferramenta usada para medir o retorno financeiro gerado pelas ações de comunicação e marketing. O ROI ajuda a gerenciar campanhas e seu inventário. Para anunciantes, esta ferramenta possibilita consolidar o desempenho de uma campanha em diversos veículos e gerar relatórios.

Existem várias fórmulas para se calcular o ROI. Da maneira bem simples, o retorno do investimento ocorre quando você consegue ter uma receita que pague, no mínimo, o investimento realizado em determinada campanha.  Ao contrário do que muitos pensam, calcular o ROI (Return on Investment) de qualquer campanha, inclusive de email marketing, é muito simples. 

Mais alguns artigos interessantes que podem ajudar sobre Lojas Virtuais:

Integrações Necessárias

Operações Logísticas

Financeiro de uma Loja Virtual

Mais informações :

Loja Virtual : http://www.vm2.com.br/loja-virtual-ecommerce

B2B: http://www.vm2.com.br/b2b-business-to-business 

B2C: http://www.vm2.com.br/b2c-business-to-consumer

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