Como Montar,  Como Criar, Como Desenvolver, Como Planejar uma Loja Virtual ou e-Commerce, Comércio Eletrônico, mercado eletrônico, b2c, b2b e similares?

A maioria das pessoas que decide abrir uma loja virtual acredita erroneamente que o maior custo está na compra ou aluguel da plataforma de e-commerce que vai suportar as operações. A realidade é que, na maioria dos casos, para que o empreendedor tenha um negócio de sucesso este valor deve corresponder a algo em torno de 15 a 20% do total investido. E a maior dificuldade não está propriamente na escolha da plataforma e sim nas outras tarefas, tais como operação, gestão e logística, além da necessidade de um bom planejamento ou plano de negócios.

Um planejamento completo de um e-commerce deve contemplar todas as áreas da figura destacada.

e-commerce VM2

Planejar uma loja virtual, é praticamente a mesma coisa que planejar uma loja física. A principal diferença é o meio de acesso aos produtos/serviços que estão à venda.

Por este motivo, se o empreendedor já possui loja física e pretende entrar no comércio eletrônico, o processo de planejamento é muito mais fácil do que para uma marca inexistente, que deseja iniciar suas operações essencialmente online. Na maioria das vezes, uma marca já estabelecida  possui um plano de negócios e é necessário somente revisá-lo, considerando o estudo mais aprofundado nas variáveis do mundo digital. Estas variáveis estão destacadas em azul no Roteiro para um bom Planejamento Digital. Estes, são itens com comportamento muito diferenciado no âmbito digital em relação aos negócios tradicionais.

Conforme demonstra a figura acima, o Planejamento inclui além da execução do Plano de Negócios, o pré-projeto, um diagnóstico de mercado, análise de equipe e estrutura e da estrutura de compra e vendas do negócio.Para e laborar um planejamento estratégico digital, como o objetivo de estudar as oportunidades do negócio e viabilidade do mesmo, sugerimos o roteiro abaixo:

  • Faça uma análise do mercado de atuação:

o Quais são as tendências;

o Quem são os concorrentes e similares, como atuam e se posicionam;

o Que fornecedores estão disponíveis e como trabalham;

o Como trabalhar com o seu público-alvo, quais as necessidades e formas de atendê-los;

 

  • Considere a análise  ambiental interna e externa da empresa:

o Avalie e comportamento do cenário setorial (dólar, crédito, políticas, tributos);

o Faça uma previsão de oportunidades e ameaças;

o Entenda as potencialidade e fragilidades dos produtos a serem vendidos;

o Qual é a equipe disponível e necessária (atendimento, marketing, financeiro, etc.)

o Analise bem a plataforma de operação (modelo, tecnologia, escalabilidades, etc.)

  • Estabeleça a formulação estratégica do negócio:

o Defina suas estratégias de crescimento;

o Estabeleça estratégias para competir no mercado;

o Faça um plano de comunicação e marketing;

 

  • Estude a viabilidade financeira:

o Disponibilidade de Capital de Giro e capacidade de investimento;

o Retorno sobre os investimentos (ROI)

Política de Preços

Cada e-commerce deve estudar sua política de preços. Alguns indicadores apresentam valores de 10 a 30% mais baratos para lojas virtuais, isso vem dos redução de custos quando comparados aos de uma loja física. Porém, o maior desafio não está nas diferenças entre a loja real e virtual e sim nos canais de vendas, como multimarcas, revendas, etc.

É muito importante analisar a política de valores antes de lançar seu e-commerce no mercado. Valores muito baixos podem diminuir compras físicas, valores muito altos podem deixar de ser atrativos na compra on-line. O ideal é balancear o desconto justo para motivar a compra on-line.

Controle de Estoque

Fala exatamente da entrada e saída dos produtos tanto no estoque quanto no gerenciamento da informação no site. Para que o e-commerce funcione bem, alguém precisa se responsabilizar por:

 -       Gerenciamento do produto na loja e controle de estoque. Alguém precisa checar constantemente se acabou ou não o produto em estoque e, em caso de perecíveis, checar prazos de validade.

-       Exclusão de itens -  no caso de término do produto, é necessário excluir do e-commerce.

-       Expiração de direitos de imagens e vídeos publicados também devem ser observados;

-       Verificação de funcionalidades são fundamentais, ou seja, checar se todas as fotos estão abrindo, se os links da parte de compra estão funcionando bem, etc.;

-       Finalização de promoções precisam ser monitoradas. Se os produtos em promoção possuem data de término  precisam sair da promoção na data e se o preço retorna ao normal depois da data também deve ser alterado;

-       Mudança de valores, se o preço subiu alguém precisa atualizar o site;

Tipos de Plataforma

A escolha da plataforma ideal começa com a delimitação das pretensões da empresa e do público-alvo desejado. Essas premissas serão o principal ponto de orientação do empreendedor que se prepara para começar a atuar virtualmente, mas que não sabe por onde começar e menos ainda como empreender no ambiente.

Existem dois tipos de soluções em e-commerce: as plataformas open source, ou seja, de código aberto e gratuito, e as proprietárias. A primeira opção oferece a princípio custos mais brandos, mas a necessidade de customização da plataforma para atender as reais expectativas dos clientes, o desenvolvimento de layout próprio e a manutenção da segurança do código exigem uma estrutura robusta de pessoal, uma equipe própria ou terceirizada que faça a gestão da empresa. Esses custos são muitas vezes imensuráveis e podem pesar para manter a loja no ar. 

Nenhum desses pontos, no entanto, desclassifica a plataforma open source, mas todos eles precisam ser analisados, para não inviabilizar o projeto no futuro. O mercado oferece opções boas e seguras de ferramentas de código gratuito. Mas existem riscos. O principal é que não há certeza da evolução do código e de como (e com qual freqüência) serão feitas as aplicações de melhorias, já que a plataforma depende da dedicação da comunidade de desenvolvedores.

Em contrapartida, o benefício da plataforma de código proprietário está na constante evolução da ferramenta, que acompanha as tendências de mercado, e ainda oferece a possibilidade de solicitar personalizações da solução para atender a grupos específicos (por exemplo, uma empresa de moda tem necessidades diferentes de uma companhia especializada em peças automotivas, por isso funcionalidades sob medida podem adequar o negócio para uma maior competitividade de mercado). O suporte à instabilidade de sistema é outra vantagem significativa da plataforma proprietária. Por código próprio entende-se o contratado por uma empresa especializada em e-commerce e o gerenciado in loco por uma equipe da empresa.

É muito importante que ao entrar no e-commerce, o empresário tenha em mãos um plano de negócios. As especificações das necessidades da empresa trarão assertividade na escolha por uma plataforma open source ou proprietária. Também não dá para dissociar a necessidade de um sistema mais flexível para segmentos que pedem mais adequações. A plataforma ‘pronta’, também conhecida por caixinha, permite mudanças limitadas, como das cores e logo das lojas. Essa plataforma pode atender aos micros e pequenos empresários, porém sem as personalizações que podem engessar o crescimento futuro da empresa.

Todo empresário precisa ter em mente que uma loja virtual pode crescer ilimitadamente, da noite para o dia, pois não há limites geográficos para as vendas. Por isso deve-se contratar uma plataforma que atenda as necessidades da empresa hoje, mas que também sejam suficientes para daqui a pelo menos cinco anos, porque toda troca de plataforma é traumática para os clientes e mais ainda para a loja virtual.

Além da tecnologia desenvolvedora de código aberto ou proprietária, o empreendedor vai se deparar com outra escolha, a de uma agência digital que vai ajudá-lo a manter a plataforma que ele escolher e desenvolver a loja dele. E encontrará inúmeras opções no mercado. As agências digitais têm a vantagem de reunir diferentes profissionais para garantir o funcionamento do e-commerce.

Na hora de selecionar, o empreendedor conhecerá agências que hospedam plataformas open source para o seu negócio e outras que preferem trabalhar com plataformas proprietárias. Também encontrará agências digitais que trabalham com as duas opções a escolha do cliente. As agências também cuidam da infraestrutura tecnológica, ou seja, hospedam a plataforma para os clientes, dependendo do modelo de negócio desejado. 

Modelo de cobrança por pageviews

São encontrados três tipos de modelos comerciais praticados por agências no mercado. O primeiro tipo é a cobrança por pageviews mensais, praticado pela maioria das empresas brasileiras. Neste formato, o empreendedor pode escolher diferentes planos por número de pageviews e os excedentes são cobrados a parte. É preciso neste caso tomar cuidado com algumas armadilhas, já que alguns provedores cobram inclusive pelos pageviews gerados pelo próprio lojista.

Considerando que a loja decida por uma contratação de um modelo comercial por pageviews, é importante certificar-se de que será possível mudar o plano para outro mais avançado sem pagar multas, para o caso em que a audiência cresça rapidamente. Também é preciso ter certeza de que a empresa tenha disponibilidade de pacotes maiores em seus modelos comerciais.

Modelo de Cobrança por quantidade de produtos

Outra forma de comercialização de plataformas é baseada em quantidade de produtos que o lojista pode cadastrar em sua loja. Este é um modelo que limita bastante as ambições de crescimento do comércio eletrônico.

Modelo de Cobrança por Fee mensal

 O terceiro e último formato de comercialização de plataformas é por cobrança de fee(mensalidade fixa), modelo que independente da quantidade de pageviews e de produtos cadastrados. No entanto, é importante ressaltar, que este não é o único fator de decisão para a escolha de uma plataforma.

Em alguns casos, as plataformas que cobram por pageviews ou as que limitam a quantidade de produtos possuem funcionalidades únicas, que são fundamentais para o negócio que o empreendedor. Existem funcionalidades que são commodities (que todos os e-commerces possuem) e aquelas exclusivas, que podem ser um dos fatores de sucesso do seu negócio e o motivo de escolha daquela plataforma.

Ser proprietário da Plataforma e do código-fonte lhe dá a total liberdade de contratar opcionalmente equipes externas, internas, ou mistas, e não ter a obrigação de ter qualquer ligação com quem desenvoleu a plataforma. Com tudo, há vantagens e desvantagens com já dito e exposto.

Email Marketing

O Email Marketing é considerado uma das formas mais importantes de marketing direto na internet. Seu objetivo é divulgar uma marca, produto, serviço ou informações de relevância a um público. Tendo em vista que enviar e receber emails são as atividades mais desempenhadas pelos os internautas, essa é uma das ferramentas mais eficientes para se relacionar com os clientes.

 No entanto, antes de fazer o Email Marketing, é fundamental conhecer as regras do mercado, que podem ser consultadas na Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) e no C@pem. Por exemplo, se um Email Marketing usar a palavra "Promoção Relâmpago" ou "Imperdível", isso fará com que o mesmo seja identificado como spam.  Neste caso, todo o investimento será desperdiçado já que o Email Marketing antes de chegar à caixa do cliente passa por três anti-spams: o do provedor, o do cliente de email (Outlook, Lotus Notes, etc.) e o próprio anti-spam dos softwares de segurança.

O Email Marketing, ao contrário dos spams -  mensagens enviadas em massa sem o consentimento dos clientes - exigem o “opt-in” (cadastro prévio) e o “opt-out” (opção de descadastro) e, novamente as regras devem ser consultadas.

  As vantagens dessa ferramenta são:

  • Agilidade: com as ferramentas certas para disparo dos emails, é possível em questão de minutos enviar todas as mensagens. Em um email bem otimizado, a resposta esperada do cliente é imediata;
  • Mensurabilidade: as ferramentas especializadas no envio de Email Marketing oferecem um relatório indicando os fatores mais importantes e outros detalhes relevantes, como a taxa de abertura, taxa de cliques, conversão, quantos não querem mais receber as mensagens, entre muitas outras informações;
  • Segmentação: é possível direcionar as mensagens a grupos divididos por sexo, idade, faixa etária, etc.;
  • Interatividade: o cliente pode realizar diversas ações, como clicar no link, responder à mensagem, visitar a página da empresa ou, até mesmo, optar por ser desvinculado da lista de envio;
  • Resposta: o retorno de campanhas de Email Marketing bem realizados possuem o índice muito alto, pois o custo de criação e envio é relativamente baixo para o número de clientes que terão acesso.

O Email Marketing pode ser usado para anunciar produtos ou serviços, no intuito de vender algo diretamente ao consumidor, mas também é utilizado para envio de informativos, periódicos, notícias, artigos e comunicados internos. Na organização de eventos, por exemplo, o marketing por email pode ser aplicado para a distribuição de convites, confirmação de presença e agradecimento de participação.

Promoções

Promoção é um meio de publicidade em sua loja que tem por propósito atrair ou estimular a compra de um produto. Para aumentar o nível de vendas, a promoção deve proporcionar ao consumidor um benefício concreto, sensibilizando-o naquele momento. Uma campanha promocional não deve durar muito tempo.

O primeiro passo é a determinação dos alvos a serem atingidos através da promoção. Estes alvos podem ser estabelecidos em relação ao público, produtos, volumes, região geográfica abrangida (bairro, cidade, região) etc. Por exemplo, a promoção poderá ser feita para incentivar a venda de determinado tipo de produto, ou ser direcionada para determinado perfil de clientes ou região.

Uma promoção deve ser a mais simples e clara possível, evitando formatos complicados que exijam interação do cliente com várias áreas da empresa ou com terceiros.

Uma série de fatores internos e externos determina o sucesso ou o fracasso de uma ação promocional. Os fatores externos, como por exemplo, a resposta da concorrência ou fortes mudanças na economia local ou do país, muitas vezes estão fora do controle da empresa. Assim, devemos concentrar esforços no que podemos atuar.

Mensuração

 A mensuração é essencial para medir os resultados obtidos, a eficiência dos gastos em marketing comparados às vendas geradas. Nos últimos anos a mensuração tem sido facilitada graças à tecnologia da web, mas ao mesmo tempo tornou-se uma tarefa sofisticada. Existem algumas ferramentas que podem nos ajudar e facilitar o trabalho de mensuração:

  • Ferramentas Quantitativas - A mensuração de dados quantitativos no marketing é semelhante a outras medidas adotadas. Apresento a seguir algumas das ferramentas grátis mais populares para mensuração de métricas:
  • Web Analytics- GoogleAnalytics - Uma forma de se utilizar as métricas analíticas do marketing nas mídias sociais é verificar quais são as fontes de tráfego para o seu website. Se as mídias em que você investiu estão gerando tráfego para seu website, esta é uma indicação de resultados do efeito das mídias na sua estratégia de marketing. Também é possível identificar em relação a cada uma dessas fontes, dados complementares, tais como: tempo gasto no site, número de páginas visitadas, downloads efetuados, cadastros efetuados, demonstrações efetuadas, testes efetuados, número e valor de vendas geradas. Algumas vezes você vai identificar links externos de tráfego que você não atuou diretamente, mas que são frequentados por membros de uma comunidade em que você atuou, e eles postaram algum comentário sobre sua empresa.
  • ROI  - Return on Investiment ou Retorno sobre o Investimento é a ferramenta usada para medir o retorno financeiro gerado pelas ações de comunicação e marketing. O ROI ajuda a gerenciar campanhas e seu inventário. Para anunciantes, esta ferramenta possibilita consolidar o desempenho de uma campanha em diversos veículos e gerar relatórios.

Existem várias fórmulas para se calcular o ROI. Da maneira bem simples, o retorno do investimento ocorre quando você consegue ter uma receita que pague, no mínimo, o investimento realizado em determinada campanha.  Ao contrário do que muitos pensam, calcular o ROI (Return on Investment) de qualquer campanha, inclusive de email marketing, é muito simples. 

Resumindo e Considerações : Esse é um ótimo momento para sua empresa entrar no comércio eletrônico.

A Loja virtual ou shopping virtual (operações também conhecdas como : B2B, B2C, B2G, loja online, loja virtual, loja com vendas on line, e-commerce ou comércio eletrônico) pode ter integração com meios de pagamento dos mais diversos, sistema anti-fraude, integração com E.R.P. / C.R.M. e outros sistemas já existentes ou a desenvolver com nosso auxílio ou não. A solução de comércio eletrônido da Agência VM2 terá desenvolvimento e customizado na versão web mais apropriada para seu negócio, com a opção mobile, versões em outras línguas e toda a experiência desde 2000 atuando como Agência Digital Full Service, trabalhando também com convergência digital.

Saiba como montar sua loja virtual com nosso suporte total. A criação e o desevolvimento de um e-commerce, para vendas online, conta com nossa equipe nas mais variadas frentes. Independente do porte da sua empresa, encontraremos em comum acordo a solução de comércio eletrônico mais apropriada.

A Agência VM2 é completa. Ela já foi responsável pelo desenvolvimento de e-commerces, como: Marisa,  Mercedes-Benz, Ticket360, Mistral, Educonix, Sonda, Atlas, Pirelli - Planeta Performa, BIC SRM, Antilhas, TivolliSports, Telewin Shop, Loja do Chocolate, FlorQDiz, MeuEspelho, WeddingGift, Elas Usam, Sharpener e Golden Distribuidora, Doces Malu, Cobra Rolamentos, Gertec, Bellfone, Editora Gente, W Pillow, Politec Saude, Fit4 e Reebok Fitness , Vitaderm , Videolar e muitos outros.

Trabalhando com quatro frentesSistemas Web , Criação , Usabilidade e Planejamento , a Agência VM2 possui a expertise necessária para desenvolver um e-commerce completo para sua empresa cuidando desde o desenho do layout, passando pelo planejamento de marketing online e usabilidade, até a programação de sistemas exclusivos.

E-Commerce, por onde devo começar para ter um?

Com o forte crescimento da internet e em especial do e-commerce, muitas empresas, independente de porte ou segmento se questionam sobre abrir o leque ou não, idem para pessoas físicas.

Vamos ver algumas alternativas possíveis:

- usar um software gratuito à disposição na internet;
- usar um software gratuito vinculado a algum provedor de hospedagem
- uma das opções acima procurando uma empresa de criação digital para ter um layout diferenciado.
- as 03 acima procurando uma empresa especializada em sistemas web para colocar novas funcionalidades de acordo com a necessidade da empresa e do público alvo
- pagar aluguel do software de e-commerce para uma empresa que já tenha soluções desenvolvidas, que normalmente tem um valor fixo, mais uma variável por visitação, venda, etc.
- contratar uma empresa especializada em criação digital e outra de sistemas web para fazer uma ferramenta própria.
- contratar uma empresa especializada para criar uma solução completa de criação digital e sistemas web.
- depois disto tudo, pensar em uma estratégia de divulgação para quando a solução estiver pronta, e novamente pode se achar empresas complementares ou uma única empresa que reúna todas as soluções juntas.

O que devo fazer então?

Avaliar possibilidade de investimento, retorno, grau de evolução do negócio, escalabilidade da solução apresentada, clientes e cases, etc,  e sobretudo a capacidade de divulgação da empresa a ser contratada para a alternativa escolhida.

A Agência VM2 pode acompanhar com você todos os passos a seguir, chegando às estratégias completas de divulgação pois também trabalhos com Ações de Convergência.

Desde o ano 2000, mais de 2.500 projetos entregues, dois quais mais de 250 são lojas virtuais. A Agência VM2 está pronta para desenvolver lojas virtuais para clientes dos mais variados portes e segmentos.

Nossa solução é completa, customizada e sem taxas de licença, e você recebe uma cópia do código-fonte. Investimentos a partir de R$ 35.000,00.

 

Maiores informações : 

Loja Virtual: http://www.vm2.com.br/loja-virtual-ecommerce

B2B: http://www.vm2.com.br/b2b-business-to-business 

B2C: http://www.vm2.com.br/b2c-business-to-consumer

Vídeo com explicações : http://www.youtube.com/watch?v=3Im4J8rFT6Q

Tags: b2b, comercio eletronico, loja virtual, e-commerce, b2c

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